Em um gesto que redefine o significado de legado, Bill Gates o lendário cofundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do mundo, anunciou que doará 99% de sua fortuna estimada em US$ 200 bilhões, para combater a pobreza global. O plano que deve ser concluído até 31 de dezembro de 2045, marcará também o fim das operações da Fundação Bill & Melinda Gates, encerrando décadas de filantropia em escala sem precedentes.

A decisão surge em um momento crítico. A ajuda humanitária internacional está em declínio com os EUA reduzindo drasticamente o financiamento de programas como os da USAID, seguidos por cortes similares em outras nações. Gates em um comunicado, descreveu a medida como uma “resposta necessária” à crescente desigualdade global.
Um legado em jogo
Desde sua criação em 2000, a Fundação Gates já destinou bilhões a causas como erradicação de doenças, educação e desenvolvimento agrícola. Agora o bilionário parece acelerar o ritmo, canalizando recursos diretamente para os mais pobres em um esforço final antes do encerramento da organização.
Especialistas em economia e filantropia veem o movimento como um marco. “Isso redefine o papel dos ultra-ricos na solução de crises globais”, afirma o professor.
Enquanto isso, o mercado reage. Ações de empresas vinculadas a Gates podem sofrer ajustes, e o setor sem fins lucrativos aguarda um influxo sem precedentes de capital.
O que permanece claro: o homem que ajudou a moldar a era digital agora quer moldar um futuro mais justo e o relógio já está correndo.
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